MIA: Honestamente... Só quero começar de novo. Voltar a ser criança.
HANK: Eu também. Não uma criança exatamente, gostaria de voltar para 94. Foi um bom ano.
MIA: Por quê?
HANK: Porque encontrei Karen. Então Becca nasceu. Foi o ano que mudou minha vida. Além disso, não tinha internet, celulares, SMS, Tweetando, tweetar, twitter...
MIA: A idade das trevas.
HANK: Sim! O cinema era barato. A gasolina era dez centavos por galão. Os empregos eram livres. O Clinton ainda estava na Casa Branca. O Nirvana no rádio. E eu ainda não tinha fudido tudo de bom na minha vida. Sabe o que precisamos fazer, Mia...
MIA: O quê?
HANK: Precisamos perdoar nossos egos de merda. Entendeu? Ninguém vai fazer isso por nós.
O nosso consenso é que a vida real é igual a um RPG,
assim sendo só em duas horas devo ter subido uns 5 níveis, explico... quantos aí já tentaram limpar o cooler do processador? sem ter a menor noção de montagem? uma hora até colocar tudo no lugar...
Aí beleza tudo certinho, você liga o PC, a placa da internet não está funcionando... no caminho de resolver o plug de energia da cx. de som encosta na placa de vídeo, o computador desliga.................
Mas no fim das contas nenhuma baixa, coolers limpos, internet ruim mas funcionando e GeForce 6200 guerreira ainda na batalha.
Parece que o pessoal está meio engessado...então vamos ver se colocamos as coisas de volta nos trilhos.
Durante esses dias tive a oportunidade de jogar alguns games atrasados entre outras coisas... Call of Duty: Black Ops, Medal of Honor (2010) e Red Dead Redemption... mas por enquanto darei espaço a um game de baixo orçamento e desconhecido do grande público que descobri esses dias e que dentre alguns outros mudou minha visão sobre o entretenimento eletrônico, e espero que mude a sua também...
THE PATH é uma experiência/jogo artístico de terror lançado em 2009 pela companhia belga Tale of Tales que é composta basicamente por 2 pessoas. The Path é inspirado por diferentes versões do conto A Chapeuzinho Vermelho passado nos tempos modernos, mais ou menos como American McGee's Alice.
Você escolhe uma dentre as 6 irmãs que são mandadas uma a uma à casa da Vovó e esse é seu único objetivo, você pode escolher entre ir direto à casa ou caminhar pela floresta podendo ou não encontrar diferentes representações do Lobo dependo da irmã escolhida e sua personalidade.
Os gráficos seguem um tom bem artístico, sem personagens super detalhados ou zilhões de efeitos, mas o suficiente pra criar um clima de terror a cada passo e são lindos naquilo que se propõem a fazer. A jogabilidade é bem simples, quando você se aproxima de algum item ele se destaca na tela e mantendo o personagem parado ele irá interagir com o objeto, não há botão de ação. O resto é correr, rotacionar a câmera... A música é sensacional mantendo você imerso o tempo todo, com medo de ir em frente.
É complicado tentar descrever The Path, é uma daquelas experiências tão pessoais que é difícil convencer a outro, não se encontram palavras, eu talvez tenha feito mais mal do que bem tentando explicar quão sensacional é The Path. Jogos de terror não costumam me dar medo, mas desde Fatal Frame não tinha visto nada igual. The Path é algo único.